No Semiárido, recuperar a Caatinga também começa por algo pequeno, a semente. Na Universidade Federal do Vale do São Francisco, a rede de sementes atua há 11 anos em quatro estados e alcança 151 municípios ligados ao projeto de integração do Rio São Francisco. O trabalho reúne coleta e distribuição de espécies nativas para pesquisa, produção de mudas e recuperação de áreas degradadas.












