O fenômeno climático El Niño, caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, foi confirmado em junho e deve se manter ativo até o início de 2027. Segundo modelos climáticos, as temperaturas do mar já estão mais de dois graus acima da média em algumas regiões do Pacífico, o que pode levar a um El Niño histórico, superando episódios desde 1950.
No Brasil, os efeitos serão variados: o Sul do país, partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul devem registrar chuvas acima do normal, enquanto o Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste enfrentarão volumes de chuva abaixo da média. Em grande parte do território nacional, as temperaturas devem ficar acima da média, aumentando a possibilidade de eventos extremos, como temporais, alagamentos, deslizamentos, estiagem e incêndios florestais.
Especialistas do CEMADEN alertam para a importância do acompanhamento dos impactos para proteger vidas e minimizar danos, especialmente no setor agrícola e em áreas urbanas vulneráveis.












