Foi lançado em parceria com o BNDES, a terceira fase do Plano Brasil Soberano, disponibilizando R$ 22,6 bilhões em crédito para empresas afetadas por tarifas internacionais e instabilidades geopolíticas. O programa beneficia exportadoras, setores industriais estratégicos e fornecedores ligados ao Golfo Pérsico, além de negócios essenciais.
O plano foi criado em 2025 para apoiar empresas frente ao aumento das tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos, conhecido como “tarifaço”. A segunda fase, iniciada em março de 2026, ampliou o programa para negócios impactados pela guerra no Oriente Médio.
Os recursos do programa, que somam R$ 13,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do BNDES, são destinados a capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento. As taxas de juros vão de 4,3% a 17,5% ao ano, variando conforme o porte da empresa e a destinação dos recursos.
Para solicitar o crédito, as empresas precisam se enquadrar em um dos três grupos estabelecidos pelo programa: exportadoras e fornecedores afetados pelas tarifas dos EUA, setores industriais estratégicos para o comércio exterior e para a transição de baixo carbono, e exportadores voltados ao mercado do Golfo Pérsico.
Negócios essenciais, como os ligados a fertilizantes e minerais críticos, também podem acessar os financiamentos.
Mais informações estão disponíveis no site do BNDES.











