Foi atualizada a chamada “lista suja” do trabalho escravo, com a inclusão de 82 novos nomes, entre empresas e pessoas físicas flagradas mantendo trabalhadores em condições análogas à escravidão. A atualização foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Entre os empregadores incluídos estão 54 pessoas físicas e 28 empresas, responsáveis pela exploração de 553 trabalhadores em 21 unidades da Federação. Os setores mais afetados são a criação de bovinos para corte, serviços domésticos, produção de carvão e café, além da construção civil.
A inclusão na lista é fruto de fiscalização realizada por Auditores-Fiscais do Trabalho, seguida de processo administrativo para confirmação das infrações. Desde 1995, mais de 70 mil trabalhadores foram resgatados dessas condições, recebendo mais de R$ 171 milhões em indenizações.
Esta última atualização registra uma queda de 51,48% em relação à lista anterior de abril de 2026.












