O racismo, mesmo sem deixar marcas visíveis, compromete o equilíbrio emocional e a saúde mental da população negra no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. A discriminação frequente gera desgaste psicológico e impacto no bem-estar físico e psicológico de pretos e pardos.
O preconceito diário pode afetar a autoestima, a sensação de pertencimento social e provocar sofrimento que muitas vezes é naturalizado ou silenciado. Betta Alves, psicóloga clínica, alerta para a importância de reconhecer esses sinais para buscar ajuda adequada.
Desde 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra orienta ações específicas para cuidar da saúde mental e prevenir danos relacionados à exclusão e discriminação racial.
Essa abordagem busca ampliar o cuidado para que a cor da pele não seja mais um fator determinante em experiências de dor e sofrimento.












