As aulas foram suspensas em Manaus diante da crise causada pelos incêndios no Amazonas, que provocam intensa fumaça e problemas respiratórios na população. O estado enfrenta uma emergência de saúde pública agravada por condições climáticas que concentram a fumaça sobre a capital amazonense.
O combate ao fogo conta com mais de 1.500 brigadistas do IBAMA e do ICMBio, além do apoio aéreo do Ministério da Defesa para atuação em áreas de difícil acesso, incluindo terras indígenas. O governo federal emite alertas por satélite avisando os municípios mais críticos e orienta a população sobre cuidados com a saúde.
Uma base operacional do SUS foi instalada em Manaus para atendimento de pessoas que apresentam sintomas respiratórios, como tosse e dificuldade para respirar. Especialistas alertam para o estresse térmico causado pela redução das chuvas, que torna a Amazônia mais suscetível ao alastramento do fogo, afetando a biodiversidade, a saúde humana e a produção local.
O comitê intergovernamental mantém plantão permanente para ajustar as estratégias de combate conforme a evolução do clima e dos focos de incêndio.












